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Fim de Semana

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Crônicas | 20/01/2005 às 0:15

“Parar em casa: Segundo o Aurélio, expressão da Língua Portuguesa que significa repouso e tranqüilidade. Em outras palavras, algo completamente diferente do que Isaac Ribeiro fez nos últimos dias.”

Gente, verdade nua e crua, a resenha tem sido tão grande que até o Aurélio tomou conhecimento de causa. Tudo começou na tarde do sábado, na casa de Markinhoo, em Búzios. De meu lembrar, estavam Binha, Daniel, Rosinha, Eu, Luciana, Didiu, Laura, Demes, Beth, O Foca, Gleicinha, Lucas, Nara, Popinhas e Katiuza. Outros passaram por lá, mas não cheguei a conhecer. Sem dúvida, “tudo muito bom demais”.

Na casa, o churrasco ficou sob o comando de Demes, O Foca e Popinhas levaram as frutas tropicais e o pancadão de som, já a incomparável caipirinha só podia sair por conta de Binha. Didiu consagrou-se o bebo-econômico e Eu o bebo-limpo, pode? Gleicinha não largou Noé, o ser mais ilustre da casa, Lucas não parou com sua metralhadora anal e o sofá terminou mesmo para Katiuza. Nara fez só bater o coração de certa pessoa. Daniel deu continuidade à aparelhagem na terceira metade do dia e Laura ficou só num segredo de pé do ouvido quando todos se distraiam. Luciana também fez olhos brilharem. Beth ficou linda com seu “eyeglass-fashion”. De Rosinha até aqui nada a dizer não e Markinhoo não esqueci, acho que esqueceram foi de convidá-lo.

Chegou a noite, aproveitei pra dá um cochilo e parar assim um soluço chato pra danado, nessa altura Didiu conseguiu apagar de vez a luz da varanda e se apagou com um litro de cana.

Meia-noite, finalmente após conseguirmos quebrar um espelho de tanta beleza, Rosinha ordena Didiu se acordar e fomos ao Barreta Praia Clube curtir Balança Neném, Lane Cardoso e Forró Chacal.

Jamais imaginei uma festa tão boa, ou melhor, imaginei, mas uma coisa nunca havia dito: “Aí tá bom”!

Às primeiras músicas, no show de Balança Neném, dancei com várias garotas que nem de nome conheço. Era cada estrutura, acredito que uma delas sofre de “hiperhidrose palmar” ou outro descontrole qualquer, a mão da menina suava demais mais muito mesmo. Outra, começamos a dançar e ela caindo, caindo, ficando mais mole, caindo. Fiz voltz, a deixei com as amigas e fui pra outra. Dei às costas, Popinhas ficou com a menina, mas reconheço que era lindinha toda.

Adiantando um pouco, veio Lane Cardoso, a partir daí não parei uma música, na verdade até sem música dancei. Posso dizer que descobri o real poder da água mineral. Nesse show, inclusive o CD de minha conterrânea Lane ganhei. Ah, não posso esquecer as minhas declarações para Binha…

Entra em palco, Forró Chacal, Rosinha parece que me deu um pé-de-valsa. Pela primeira vez na história do Brasil, dancei todas as músicas num show de forró. Até um pedaço da abertura. Também tive o prazer de dançar com Binha e Beth. Cada uma com jeito bem peculiar; especial. Mas Rosinha, estava pra me testar, aí só podia dá em queda, né? Era o povo indo embora, eu e Rosinha lá… Pela portaria só faltei passar dançando com Beth. Já na rua, no meio da pista, troquei passos com Binha.

Na volta pra casa, não era A Balsa, mas Didiu e o Corsinha botaram pra andar à beira-mar. Saímos de Barreta à Tabatinga na maior aventura de todos os tempos. Nem barranco, banco de areia e pneu baixo fizeram o Corsinha atolar. Parecia que estávamos em um 4×4 dos mais modernos. Qualquer um agüentava aquele rojão, não. Mais uma vez Didiu, obrigado por proporcionar a mim, O Foca, Lucas e Gleicinha aquele momento único e inesquecível de Rally dos Mares.

Para quem leu tudo isso, daqui pra frente serei mais sucinto.

Voltamos para Natal ao meio-dia do domingo, chegamos em casa e arriamos, alguns só lembraram ser terráqueos e retornaram ao nosso planeta após quase 24 horas de sono. Não é Rosinha? Porém, enquanto dormiam e sonhavam com um Planeta de Cores, a Pátria me chamava para serviço. Isso mesmo! Segunda era o dia de me apresentar ao Exército. Graças a Deus, passada a manhã inteira sob sol torrente, veio uma ótima notícia. Vou servir no 16º RI, bem pertinho de casa, e incorporarei dia 14 de fevereiro, exatamente na segunda seguinte ao carnaval tudo na vida.

Então, comemorar e resenhar eram necessários. Fomos à Ponta Negra, precisamente ao Mormaço, onde entramos madrugada. Teve uma passagem que me pediram segredo de #%&U7*, por isso calado ficarei, tá certo? Depois, Galego Sanduicheria e, por último, Pitsburg. Fechando a noite com sanduíche na boca!

O final de semana promete Pipoco, “apois tá bom”!


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