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Servidores da saúde no RN suspendem greve temporariamente

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Cotidiano | 24/06/2010 às 20:47

Artur Dantas – Repórter

Os profissionais de saúde grevistas encerraram na tarde desta quinta-feira (24) o movimento na rede estadual. A decisão aconteceu durante assembleia com cerca de 280 representantes de hospitais da capital e do interior.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do RN, Marcelo Melo, uma reunião entre o governador Iberê Ferreira de Souza e o Sindicato colocou um ponto final no impasse.

Os servidores da saúde, em greve desde segunda-feira, foram recebidos na manhã desta quinta-feira pelo governador, que se comprometeu em cumprir o acordo e pagar o reajuste dos servidores neste mês de junho.

Foi decidido que o nível elementar terá um reajuste de 45,7% 46%, aumentando o salário base de R$ 350,00 para R$ 510,00 R$ 511,00. Já o nível médio e superior foram contemplados com a reposição inflacionária entre 2006 e 2010, valor acumulado que chega a 21%. Do total, 15% serão compensados no mês de junho e os 6% restantes serão pagos em dezembro.

Servidores

Os servidores da saúde, em greve desde segunda-feira, foram recebidos nesta manhã pelo governador Iberê Ferreira de Souza, que se comprometeu em cumprir o acordo e pagar o reajuste dos servidores neste mês de junho. Por isso, uma assembleia será realizada na tarde de hoje (24/06), às 15h, no Hospital Walfredo Gurgel e deverá pôr fim ao movimento.

O SindSaúde exigiu que um documento fosse apresentado com a data do pagamento.

O prazo máximo pedido pelo governo foi o dia 2 de julho, e ainda se propuseram a fazer esforços para que fosse pago no segundo dia do pagamento dos servidores do estado, 30 de junho.

Iberê afirmou que compromisso é para ser cumprido e que com a lei não se discute, e foi esclarecido pelos diretores do Sindicato que todos os trâmites foram percorridos para evitar a greve.

O Sindicato ao ver declarações na imprensa do Secretário de Planejamento, Nelson Tavares, e do Controlador do Estado, José Pegado, de que o acordo não seria cumprido, tratou de procurar o governo para ter uma posição oficial. Posição essa que não foi apresentada até o início do movimento na última segunda-feira.

Fonte: Nominuto.com


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