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Exponho aqui um pouco daquilo que tem a ver com a minha produção diária. Cada publicação, uma novidade: poesias, notícias, pensamentos, reportagens…

No corpo, na alma e no coração RSS

Gol contra

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Crônicas | 06/06/2009 às 13:27

Kekel
06/06/2009

É mote (in)cultural: publicar um livro é difícil! É nada!… depende de duas coisas: ou se ter dinheiro no bolso ou uma editora que vá com sua cara! Porque nem com ideia é, nem de ideia depende!

Quer que eu prove?

Vou passando pelo shopping e vejo na livraria: lançamento do livro: Gol de Placa. Uma história aí de como natal conseguiu chegar a ser sede da copa de 2014. O evento que levará o Brasil ao desenvolvimento. Pelo menos é o argumento dos meus “súditos”: políticos! Continue lendo este tópico »

O apaixonado

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Crônicas | 20/12/2008 às 10:55

Rodrigo Ramazzini – Jornalista e cronista

- Amor! Posso… Posso te fazer uma pergunta?
- Ai! Quando tu começas assim é porque vem bomba.
- Não! Não… É que estive pensando…
- Putz! Vinícius eu te conheço bem. Quando “pensas” é porque é sério o assunto. Vamos logo, desembucha!
- Sabe, Francini… Estava pensando… Já faz um tempo que a gente namora, né?
- Bah! Mais precisamente oito anos, onze meses e quatro dias…
- Pois é… É uma situação que temos que resolver.
- Eu não acredito que estou ouvindo isso… Até que enfim vamos nos casar!
- Quem… Quem falou em casamento, Francini?
- Ué! Não é isso?
- Não!
- Ai! Vou até me sentar. O que foi desta vez, Vinícius? Continue lendo este tópico »

O melhor da festa

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Crônicas | 12/12/2008 às 0:03

Marcelo Sguassábia (*)

É esperar por ela. Assim o velho ditado, assim Priscila deitada. Olha pela janela grande do quarto e vê um cinza chumbo empurrando no céu o carneiro de nuvens. Não demora e a chuva vai regar as bostas das vacas lá no morro, que gratas pelo frescor retribuirão com cogumelos a quem quiser colher, chapéus de sol que dariam cores e sons insuspeitos à festa de logo mais. Isso se Priscila fosse de se alucinar. Qualquer uma menos ela, aluna de internato, sem chance, nem vinho de missa conhecia. A uma mulher dessas bastaria uma taça de espumante leve para destravar um vagão de cismas e mágoas. No caso dela a lucidez já era, a seco, a perda do juízo e o delírio extremo. Estava há meses a 220, trêmula. Mas a festa daria jeito nisso. A festa prometia e ela acreditava.

Busca Priscila a si mesma na cama. Não acha. Já tentou o Google? O que o Google não acha, não existe. Se o Google não achou Deus, Deus inexiste. Google talvez seja Deus, sendo Deus uma busca como muitos dizem. Se julga Priscila um mosaico de desenho incerto, definido a esmo, sem traçado prévio. Ao resto do mundo o merecido estrago, todas as maldições juntas do Antigo Testamento. Que a ira divina varresse tudo, poupando apenas deleites pequenos mas insubstituíveis, como tentar adivinhar o que teria de almoço ou espreguiçar em fronhas frescas pra espantar o mormaço. Continue lendo este tópico »