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	<title>No corpo, na alma e no coração &#187; Crônicas</title>
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	<description>Isaac Newton Ribeiro de Araújo</description>
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		<title>Gol contra</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 16:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Kekel]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[A crônica Gol Contra, de Kekel, sem se limitar, obviamente, é uma crítica ao que chamaria de indústria do livro. Com alusões à Copa de 2014, explora muito bem alguns paradoxos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="autordataoriginal">Kekel<br />
06/06/2009
</p>
<p>É mote (in)cultural: publicar um livro é difícil! É nada!&#8230; depende de duas coisas: ou se ter dinheiro no bolso ou uma editora que vá com sua cara! Porque nem com ideia é, nem de ideia depende!</p>
<p>Quer que eu prove?</p>
<p>Vou passando pelo shopping e vejo na livraria: lançamento do livro: Gol de Placa. Uma história aí de como natal conseguiu chegar a ser sede da copa de 2014. O evento que levará o Brasil ao desenvolvimento. Pelo menos é o argumento dos meus &#8220;súditos&#8221;: políticos! <span id="more-325"></span></p>
<p>Enquanto investimentos de bilhões de reais escoarão, escoam ribeirinhos e hipossuficientes (pobres) afogados com as chuvas por todo Brasil!</p>
<p>- Ei rapaz, falar pobre é politicamente incorreto!<br />
- É nada rapaz! Politicamente incorreto é esse nosso paradoxo: &#8220;a maioria dos políticos são incorretos&#8221;.</p>
<p>Pois é&#8230; Fábio Faria lança um livro e eu aqui cheio de ideia, sem dinheiro no bolso: nada pra lançar. Assim como a Coreia do Norte, acho que vou lançar é uma bomba!</p>
<p>Tudo bem&#8230;! Eu nunca &#8220;peguei&#8221; a Galisteu, mas eu penso!</p>
<p>Como disse o poeta Zé Gustavo, digo eu: &#8220;morrerei sendo um talento perdido&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/1637557" target="_blank" class="broken_link">Recanto das Letras</a></p>
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		<title>O apaixonado</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 13:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[apaixonado]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Ramazzini]]></category>

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		<description><![CDATA[Crônica de Rodrigo Ramazzini, jornalista e cronista]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="autordataoriginal">Rodrigo Ramazzini &#8211; Jornalista e cronista</p>
<p>- Amor! Posso&#8230; Posso te fazer uma pergunta?<br />
- Ai! Quando tu começas assim é porque vem bomba.<br />
- Não! Não&#8230; É que estive pensando&#8230;<br />
- Putz! Vinícius eu te conheço bem. Quando &#8220;pensas&#8221; é porque é sério o assunto. Vamos logo, desembucha!<br />
- Sabe, Francini&#8230; Estava pensando&#8230; Já faz um tempo que a gente namora, né?<br />
- Bah! Mais precisamente oito anos, onze meses e quatro dias&#8230;<br />
- Pois é&#8230; É uma situação que temos que resolver.<br />
- Eu não acredito que estou ouvindo isso&#8230; Até que enfim vamos nos casar!<br />
- Quem&#8230; Quem falou em casamento, Francini?<br />
- Ué! Não é isso?<br />
- Não!<br />
- Ai! Vou até me sentar. O que foi desta vez, Vinícius? <span id="more-791"></span><br />
- É que&#8230; É que eu&#8230;<br />
- Tu tens outra?<br />
- Não! Não é isso&#8230;<br />
- Mesmo?<br />
- Claro, Francini!<br />
- Não mente para mim&#8230;<br />
- Não estou mentindo.<br />
- Então o que é?<br />
- É que eu estava pensando&#8230;<br />
- Não quer casamento na Igreja. É isso?<br />
- Não! Não é isso, Francini. Deixa-me falar.<br />
- Fala&#8230;<br />
- Bom! Mas o que eu queria te perguntar&#8230;<br />
- Se a gente pode morar juntos, sem papel assinado, a resposta é sim!<br />
- Meu Deus! Ela não me vai deixar falar&#8230;<br />
- Fala, Vinícius!<br />
- Se tu deixares, eu falo.<br />
- Tu queres acabar o namoro. É isso, né? Não fica enrolando&#8230;<br />
- Ai ai ai! Não é isso, Francini.<br />
- Aquela vez que brigamos, tu fizeste essa mesma ladainha!<br />
- Francini: quantas vezes será preciso eu dizer que te amo! Que tu és a mulher da minha vida! Hein?<br />
- Sei&#8230; O que é então?<br />
- Bom!<br />
- Pergunta logo. Já está me dando uma ânsia&#8230;<br />
- É que tínhamos pensado em nos casar no final do ano que vem, certo? Temos aquele dinheirinho já guardado&#8230;<br />
- Pensado não! Por mim já está certo. A não ser que o noivo desista&#8230;<br />
- Não é bem desistir a palavra certa.<br />
- Eu sabia que era isso! Se tu queres acabar vá direto ao assunto, Vinícius! Não precisa ficar nessa lengalenga. Seja homem!<br />
- Calma, Francini! Não é isso. Já te disse! Não precisa chorar. Calma!<br />
- Como calma, Vinícius! Como calma? Como tu podes pedir calma pra mim, hein? Tu estás acabando com o nosso namoro e queres que eu tenha calma, Vinícius? Por favor!<br />
- Mas que acabando o quê? Francini escuta uma coisa: eu não estou acabando o nosso namoro. Eu só queria te perguntar se podemos adiar o nosso casamento. Em vez de ser no próximo ano, ele ser no seguinte a ele. Só isso?<br />
- E por que, meu Deus? Com esse seria o terceiro adiamento.<br />
- Porque, sinceramente, eu encontrei uma das minhas paixões&#8230;<br />
- O quê?<br />
- Amor! Finalmente encontrei aquele diplomata, ano 92, que eu procurava. Sempre sonhei em ter um! O carro é lindo! Banco de couro, ar-condicionado, direção hidráulica e mais um monte de coisa. Eu não posso perder essa chance, eu tenho que comprar! Aí pensei em pegar o dinheiro do casamento e dar de entrada e financiar o resto&#8230; O que achas?<br />
- Eu não acredito que estou ouvindo isso!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.comunique-se.com.br" target="_blank">Comunique-se</a></p>
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		<title>O melhor da festa</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 03:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[festa]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Sguassábia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Crônica de Marcelo Sguassábia, redator publicitário há mais de 20 anos, cronista de várias revistas eletrônicas, entre as quais a "Paradoxo".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="autordataoriginal">Marcelo Sguassábia (*)</p>
<p>É esperar por ela. Assim o velho ditado, assim Priscila deitada. Olha pela janela grande do quarto e vê um cinza chumbo empurrando no céu o carneiro de nuvens. Não demora e a chuva vai regar as bostas das vacas lá no morro, que gratas pelo frescor retribuirão com cogumelos a quem quiser colher, chapéus de sol que dariam cores e sons insuspeitos à festa de logo mais. Isso se Priscila fosse de se alucinar. Qualquer uma menos ela, aluna de internato, sem chance, nem vinho de missa conhecia. A uma mulher dessas bastaria uma taça de espumante leve para destravar um vagão de cismas e mágoas. No caso dela a lucidez já era, a seco, a perda do juízo e o delírio extremo. Estava há meses a 220, trêmula. Mas a festa daria jeito nisso. A festa prometia e ela acreditava.</p>
<p>Busca Priscila a si mesma na cama. Não acha. Já tentou o Google? O que o Google não acha, não existe. Se o Google não achou Deus, Deus inexiste. Google talvez seja Deus, sendo Deus uma busca como muitos dizem. Se julga Priscila um mosaico de desenho incerto, definido a esmo, sem traçado prévio. Ao resto do mundo o merecido estrago, todas as maldições juntas do Antigo Testamento. Que a ira divina varresse tudo, poupando apenas deleites pequenos mas insubstituíveis, como tentar adivinhar o que teria de almoço ou espreguiçar em fronhas frescas pra espantar o mormaço. <span id="more-1290"></span></p>
<p>Cadê os headphones? Ouvir música até perder-se em meditação profunda, talvez aquele movimento mais lento da Pastoral, iria bem hoje como nunca enquanto a hora não chega.</p>
<p>O que passou não volta por nada e será sempre muito melhor do que o que é. Sua mecha de cabelo adolescente, guardado no porta-jóias, será infinitamente mais sedosa e interessante que esse grisalho que chega dizendo que veio de vez, para o resto da vida. Mas deixa ele vir, nunca será um susto tão grande quanto o daquele dia em que teu pai, Priscila, te pegou fumando no quintal, lembra? Fumando pela curiosidade, não pelo vício ou por achar charmoso. Um cigarro é um corpo estranho no canto da tua boca sem malícia.</p>
<p>Ela ouve a água passar pelo latão da calha, misturada com a música do Roberto Carlos tocando no vizinho. Ele também vai à festa. Todos vão à festa. No quarto o cheiro de pastilha de eucalipto insiste. Gripe mal curada, quer estar inteira para logo mais.</p>
<p>O que sente agora, partindo do estômago até a lua mais próxima, é como um cordão de prata e néon azul, que Ludmila chamaria de perispírito. Agora é o exato instante em que o mormaço é vencido pela aragem do morro, que sem querer acabou trazendo o cardápio do almoço, agora não mais surpresa: omelete acebolado. Mas comerá só um pouco. À noite tem a festa.</p>
<p><em>(*) Redator publicitário há mais de 20 anos, cronista de várias revistas eletrônicas, entre as quais a &#8220;Paradoxo&#8221;</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.comunique-se.com.br" target="_blank">Comunique-se</a></p>
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		<title>Carnaval 2005 &#8211; Sábado de manhã: Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2005 02:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[galo da madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[A graça de sair no Galo da Madrugada não está em ajudar a engordar as estatísticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para compensar o curto tempo para atualizar este flog e contar as resenhas do inesquecível carnaval pernambucano, posto dessa vez trechos adaptados do livro <strong>&#8220;Viaje na Viagem&#8221;</strong>, de Ricardo Freire. Nada como falar de ventilador escondido no armário da lavanderia, de Vaca Louca e Zé Buceta com balde d&#8217;água na cabeça, né? Mas, agora fique com um pouco do meu <strong>&#8220;Sábado de manhã, em Recife&#8221;</strong> (pronuncia-se Ricifi).</p>
<p>Tradicionalmente, <strong>o Galo da Madrugada é o primeiro grande evento do carnaval brasileiro</strong>. Por mais que alguns lugares (incluindo o próprio Recife) tentem antecipar o início dos trabalhos, o certo é que o país só entra em estado de carnaval depois que assiste na TV à mesma tomada aérea de sempre: o centro da cidade invadido por mais de um milhão de pessoas, e uma voz familiar ao fundo dizendo <strong>&#8220;Fernando José, do Recife, para o Jornal Hoje&#8221;</strong>. <span id="more-1992"></span></p>
<p>O que aquela gente toda está fazendo nesse formigueiro? Pulando carnaval? <strong>Não: entrando no Guinness.</strong> Todos os anos, a população inteira do Recife comparece pessoalmente e ainda leva os vizinhos, com o objetivo expresso de quebrar o recorde de público do Galo anterior. <strong>&#8220;O maior bloco de carnaval do mundo&#8221;</strong>, proclamam os jornais.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1993 alignright" title="Coco no Frevo" src="http://www.isaacribeiro.com.br/wp-content/uploads/images/coconofrevo.gif" alt="Coco no Frevo" width="120" height="120" /></p>
<p>Se alguém pedir minha opinião, no entanto, vou dizer que a graça de sair no Galo não está em ajudar a engordar as estatísticas. <strong>O genial do Galo da Madrugada</strong> é fazer você <em>acordar cedo para pular carnaval. </em>Tomar café pensando em carnaval. Ver gente fantasiada na rua às oito da manhã. Encontrar sua turma às 8 e meia. E, o mais imprescindível de tudo: chegar antes das 10 e <strong>pegar o comecinho do desfile</strong>.</p>
<p>Quem pega o Galo no início, ainda no bairro de São José &#8211; muito antes de haver quórum que justifique um boletim ao vivo do helicóptero da Globo &#8211; encontra <strong>o bem mais raro do carnaval: <em>espaço para pular</em></strong>. Como eu vim a descobrir nesses quatro dias, <strong>pular carnaval no Brasil</strong> é muito parecido com <strong>sair de Recife para Caicó num carro com seis pessoas e em cada posto da PRFederal passar correndo</strong>. Mas o começo do Galo é uma exceção: você ainda tem seu espaçozinho para brincar, e mesmo para tentar aprender um ou outro passo do frevo.</p>
<p>Lá pelo meio-dia, quando a sua seção do Galo entra na rua da Concórdia, <strong>ocorre um fenômeno curioso</strong>: o seu protetor solar perde o efeito, desponta a primeira bolha dentro da sua Havaiana, e você tem a nítida sensação de que o desodorante de todo mundo à sua volta venceu. Daí você tenta enxugar o suor de uma sobrancelha, e só então percebe que sua mão direita está <strong>imobilizada ao redor de uma latinha que não contém mais cerveja</strong>, mas que serve de amortecedor entre o seu peito e as costas de uma camiseta amarela onde se lê a palavra ROMÁRIO. Nesse momento você desconfia que <strong>chegou a hora de desistir de entrar no Guinness</strong> e resolve voltar ao apartamento, porque o carnaval é uma criança e à tarde ainda tem Olinda.</p>
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		<title>McDonald&#8217;s, Habib&#8217;s ou paçoca do Zumbi?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2005 00:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Barraco]]></category>
		<category><![CDATA[Buteco]]></category>
		<category><![CDATA[Churrasquinho do Pedrão]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Lindos do Forró]]></category>
		<category><![CDATA[UTI do Caldo]]></category>
		<category><![CDATA[veraneio]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode acreditar, só decidimos pelo exercício democrático do voto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Menina dos olhos pretos&#8221; / &#8220;Sobrancelha de veludo&#8221; / És linda de corpo e alma / &#8220;Teu coração vale tudo&#8221;</p>
<p>Continuando a programação do DemesFolia, quinta-feira passada rolou meu primeiro Barraco, mas como diz Luciana &#8220;sô mais um Buteco&#8221; e para fazer jus à preferência nada melhor do que Churrasquinho do Pedrão, com o pé-de-serra dos Lindos do Forró de aperitivo. Rubinha, Eu, Luciana, Enaldo Filho e Demes, bebemos, dançamos e curtimos até a última. De lá fomos direto pra UTI… do Caldo, onde Aviões do Forró foi nossa pedida.</p>
<p>Sexta e sábado, a casa de Luciana foi o endereço da resenha. Tava quase todo mundo que havia ido à Búzios, começando pela autoridade máxima: Didiu, Luciana, Demes, Rubinha, Eu, Rosinha, Lucas, Gleicinha, Joá, Juliana, João Paulo (Foca), Katiuza, Daniel e uns que não lembro. <span id="more-1997"></span></p>
<p>Nos divertimos bastante. Montinho em Rosinha; giros e mais giros pra cair na piscina; Didiu bailando&#8230; Esquecendo o vôo que não teve topete que segurasse e terminou cuma bota no pé de Rubinha, digo em coro &#8220;Aí foi bom&#8221;!</p>
<p>Também no sábado, visitamos Binha em sua casa. Passamos a tarde conversando e entrando a noite ainda pudemos nos deliciar com um jantar requintado preparado especialmente por Dona Tonha. Falando nela, Rosinha e Rubinha a família de vocês é primeira, viu.</p>
<p>Ontem, o pouco esperado bota-fora de Demes. Falo assim, porque sei ninguém queria que ele voltasse pro Ceará. &#8220;Minha jóia&#8221; fez o veraneio da gente. Mas, comentando o dia, a tarde ficamos na casa de RuBete BB. Depois de um tempo veio a dúvida: &#8211; McDonald&#8217;s, Habib&#8217;s ou paçoca do Zumbi? Pode acreditar, só decidimos pelo exercício democrático do voto. Lanchamos no Mc e voltamos pra casa de BBB. Lucas e Gleicinha foram embora cedo, estavam com sono. Agora, Eu, Luciana, Didiu e O Foca ficamos até um casal desconhecido que namorava na esquina ir embora. Para não ficar em &#8220;Off&#8221;, cortei queijo e procurei por orégano que não existia em cima da pia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fim de Semana</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2005 03:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Barreta]]></category>
		<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Negra]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Tabatinga]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[Verdade nua e crua, a resenha tem sido tão grande que até o Aurélio tomou conhecimento de causa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Parar em casa: Segundo o Aurélio, expressão da Língua Portuguesa que significa repouso e tranqüilidade. Em outras palavras, algo completamente diferente do que Isaac Ribeiro fez nos últimos dias.&#8221;</p>
<p>Gente, verdade nua e crua, a resenha tem sido tão grande que até o Aurélio tomou conhecimento de causa. Tudo começou na tarde do sábado, na casa de Markinhoo, em Búzios. De meu lembrar, estavam Binha, Daniel, Rosinha, Eu, Luciana, Didiu, Laura, Demes, Beth, O Foca, Gleicinha, Lucas, Nara, Popinhas e Katiuza. Outros passaram por lá, mas não cheguei a conhecer. Sem dúvida, &#8220;tudo muito bom demais&#8221;.</p>
<p>Na casa, o churrasco ficou sob o comando de Demes, O Foca e Popinhas levaram as frutas tropicais e o pancadão de som, já a incomparável caipirinha só podia sair por conta de Binha. Didiu consagrou-se o bebo-econômico e Eu o bebo-limpo, pode? Gleicinha não largou Noé, o ser mais ilustre da casa, Lucas não parou com sua metralhadora anal e o sofá terminou mesmo para Katiuza. Nara fez só bater o coração de certa pessoa. Daniel deu continuidade à aparelhagem na terceira metade do dia e Laura ficou só num segredo de pé do ouvido quando todos se distraiam. Luciana também fez olhos brilharem. Beth ficou linda com seu “eyeglass-fashion”. De Rosinha até aqui nada a dizer não e Markinhoo não esqueci, acho que esqueceram foi de convidá-lo. <span id="more-2002"></span></p>
<p>Chegou a noite, aproveitei pra dá um cochilo e parar assim um soluço chato pra danado, nessa altura Didiu conseguiu apagar de vez a luz da varanda e se apagou com um litro de cana.</p>
<p>Meia-noite, finalmente após conseguirmos quebrar um espelho de tanta beleza, Rosinha ordena Didiu se acordar e fomos ao Barreta Praia Clube curtir Balança Neném, Lane Cardoso e Forró Chacal.</p>
<p>Jamais imaginei uma festa tão boa, ou melhor, imaginei, mas uma coisa nunca havia dito: &#8220;Aí tá bom&#8221;!</p>
<p>Às primeiras músicas, no show de Balança Neném, dancei com várias garotas que nem de nome conheço. Era cada estrutura, acredito que uma delas sofre de &#8220;hiperhidrose palmar&#8221; ou outro descontrole qualquer, a mão da menina suava demais mais muito mesmo. Outra, começamos a dançar e ela caindo, caindo, ficando mais mole, caindo. Fiz voltz, a deixei com as amigas e fui pra outra. Dei às costas, Popinhas ficou com a menina, mas reconheço que era lindinha toda.</p>
<p>Adiantando um pouco, veio Lane Cardoso, a partir daí não parei uma música, na verdade até sem música dancei. Posso dizer que descobri o real poder da água mineral. Nesse show, inclusive o CD de minha conterrânea Lane ganhei. Ah, não posso esquecer as minhas declarações para Binha…</p>
<p>Entra em palco, Forró Chacal, Rosinha parece que me deu um pé-de-valsa. Pela primeira vez na história do Brasil, dancei todas as músicas num show de forró. Até um pedaço da abertura. Também tive o prazer de dançar com Binha e Beth. Cada uma com jeito bem peculiar; especial. Mas Rosinha, estava pra me testar, aí só podia dá em queda, né? Era o povo indo embora, eu e Rosinha lá… Pela portaria só faltei passar dançando com Beth. Já na rua, no meio da pista, troquei passos com Binha.</p>
<p>Na volta pra casa, não era A Balsa, mas Didiu e o Corsinha botaram pra andar à beira-mar. Saímos de Barreta à Tabatinga na maior aventura de todos os tempos. Nem barranco, banco de areia e pneu baixo fizeram o Corsinha atolar. Parecia que estávamos em um 4&#215;4 dos mais modernos. Qualquer um agüentava aquele rojão, não. Mais uma vez Didiu, obrigado por proporcionar a mim, O Foca, Lucas e Gleicinha aquele momento único e inesquecível de Rally dos Mares.</p>
<p>Para quem leu tudo isso, daqui pra frente serei mais sucinto.</p>
<p>Voltamos para Natal ao meio-dia do domingo, chegamos em casa e arriamos, alguns só lembraram ser terráqueos e retornaram ao nosso planeta após quase 24 horas de sono. Não é Rosinha? Porém, enquanto dormiam e sonhavam com um Planeta de Cores, a Pátria me chamava para serviço. Isso mesmo! Segunda era o dia de me apresentar ao Exército. Graças a Deus, passada a manhã inteira sob sol torrente, veio uma ótima notícia. Vou servir no 16º RI, bem pertinho de casa, e incorporarei dia 14 de fevereiro, exatamente na segunda seguinte ao carnaval tudo na vida.</p>
<p>Então, comemorar e resenhar eram necessários. Fomos à Ponta Negra, precisamente ao Mormaço, onde entramos madrugada. Teve uma passagem que me pediram segredo de #%&amp;U7*, por isso calado ficarei, tá certo? Depois, Galego Sanduicheria e, por último, Pitsburg. Fechando a noite com sanduíche na boca!</p>
<p>O final de semana promete Pipoco, &#8220;apois tá bom&#8221;!</p>
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		<title>Brasil da Silva</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2004 04:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim José da Silva Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Rap do Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Virgulino Ferreira da Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Silva nunca é só. Nunca é só mais um Silva. É sempre um Silva a mais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se você é brasileiro, se você é Silva, então você não é só mais um!</strong></p>
<p>Bob Rum que me perdoe (aê, DK, esse é o Bob Rum que eu conhecia!), mas você pode ser mais um Silva, nunca só mais um Silva.</p>
<p>Mesmo porque, não é só. É tanto. E tal. Às vezes, um Silva é até O Tal. Eu, por exemplo, nunca ouvi o Rap do Pereira ou o Rap do Castro. Agora o &#8220;Rap do Silva&#8221; marcou geral (Era só mais um Silva / Que a estrela não brilha / Ele era funkeiro / Mas era pai de família).</p>
<p>Então: Silvas do Brasil, uni-vos! <span id="more-2010"></span></p>
<p>O SESC-SP está com um projeto muito legal. <a href="http://brasildasilva.sescsp.org.br/" target="_blank" class="broken_link">É o Identidade Brasileira: Brasil da Silva</a>.</p>
<p>No site, tem a &#8220;Silvateca&#8221;, onde os Silvas são organizados em campos de conhecimento: &#8220;Silva Por Esporte&#8221; (Leônidas da Silva, Ademar Ferreira da Silva, Ayrton Senna da Silva – Ayrton Senna, Jacqueline Louise da Cruz Silva – Jackie, e Roberto Carlos da Silva – Roberto Carlos), &#8220;República do Silva&#8221; (com os presidentes Arthur da Silva Bernardes – Arthur Bernardes, Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa – Epitácio Pessoa, Jânio da Silva Quadros – Jânio Quadros, e Artur da Costa e Silva – Costa e Silva), &#8220;Abertura do Silva&#8221; (Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes, e Luís Inácio Lula da Silva – Lula), &#8220;Os Silva e a Selva&#8221; (Cândido Mariano da Silva Rondon – Marechal Rondon, Maria Osmarina Silva de Lima – Marina Silva, e Antônio Ferreira da Silva Apurinã), &#8220;Silva Quadro a Quadro&#8221; (José Antônio da Silva, e Djanira da Motta e Silva – Djanira), &#8220;Acadêmicos da Silva&#8221; (Pedro da Silva Nava – Pedro Nava, e Alberto da Costa e Silva), &#8220;Silva Guerra e Paz&#8221; (Luís Alves de Lima e Silva – Duque de Caxias, e José Maria da Silva Paranhos Júnior – Barão do Rio Branco), &#8220;Os Silva Dentro e Fora da Lei&#8221; (Virgulino Ferreira da Silva – Lampião, e Evandro Cavalcanti Lins e Silva – Evandro Lins e Silva), &#8220;Nós Somos Cantores da Silva&#8221; (José Barbosa da Silva – Sinhô, Orlando Garcia da Silva – Orlando Silva, Emília Savana da Silva Borba – Emilinha Borba, e Adiléia Silva da Rocha – Dolores Duran), e &#8220;Em Cena Os Silva&#8221; (Arlete Pinheiro Esteves da Silva – Fernanda Montenegro, e Márcia Haydée Salaverry Pereira da Silva – Márcia Haydée).</p>
<p>Tem também &#8220;Textos da Silva&#8221;, &#8220;Silva Links&#8221;, &#8220;Silva Cards&#8221; (Cartão) e a maravilhosa &#8220;Memória da Silva&#8221;, onde todo Silva pode <a href="http://brasildasilva.sescsp.org.br/login.asp" target="_blank" class="broken_link">registrar-se</a> e registrar sua família, e até <a href="http://brasildasilva.sescsp.org.br/busca.asp" target="_blank" class="broken_link">encontrar</a> um parente desconhecido ou ser encontrado por um!</p>
<p>***</p>
<p>Um Silva nunca é só. Nunca é só mais um Silva. É sempre um Silva a mais!</p>
<p><strong>Tatiana</strong><br />
<a href="http://www.andarilha.blogspot.com/" target="_blank">http://www.andarilha.blogspot.com</a></p>
<p>- Olá Gente, achei muito interessante a apresentação sobre o projeto do SESC-São Paulo, mas ela não está aqui por acaso. Tem um motivo bem especial pra mim. Nos próximos &#8220;pôstes&#8221; explico direitinho.</p>
<p>Um abraço e vamos sacudir esse corpo, alma e coração: Comentem!</p>
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		<title>Processo seletivo na Volkswagen do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2004 04:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[processo seletivo]]></category>
		<category><![CDATA[prova]]></category>
		<category><![CDATA[redação]]></category>

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		<description><![CDATA[Candidato aprovado será com certeza sempre lembrado pela sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, pela sua alma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A redação abaixo foi desenvolvida por um candidato num processo de seleção. O teste solicitava que ele fizesse uma redação sobre o tema: &#8220;Qual a sua experiência?&#8221;</p>
<p>Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso e ele com certeza será sempre lembrado pela sua criatividade, sua poesia e acima de tudo pela sua alma.</em></p>
<p>Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela.</p>
<p>Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.</p>
<p>Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. <span id="more-2025"></span></p>
<p>Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.</p>
<p>Já passei trote por telefone.</p>
<p>Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.</p>
<p>Já roubei beijo.</p>
<p>Já confundi sentimentos.</p>
<p>Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.</p>
<p>Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.</p>
<p>Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.</p>
<p>Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada.</p>
<p>Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.</p>
<p>Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.</p>
<p>Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.</p>
<p>Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.</p>
<p>Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.</p>
<p>Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um &#8220;para sempre&#8221; pela metade.</p>
<p>Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.</p>
<p>E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: &#8220;- Qual sua experiência?&#8221;</p>
<p>Essa pergunta ecoa no meu cérebro: &#8220;experiência&#8230; experiência&#8230;&#8221;</p>
<p>Será que ser &#8220;plantador de sorrisos&#8221; é uma boa experiência?</p>
<p>Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!</p>
<p>Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?</p>
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		<title>Pro Dia Nascer Feliz</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2004 09:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[capotamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cazuza]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[ITEP]]></category>

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		<description><![CDATA[Feriado de quinta foi bem além do não esperado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo dia a insônia<br />
Me convence que o céu<br />
Faz tudo ficar infinito<br />
E que a solidão<br />
É pretensão de quem fica<br />
Escondido, fazendo fita</p>
<p>Todo dia tem a hora da sessão coruja<br />
Só entende quem namora<br />
Agora vam&#8217;bora<br />
Estamos, meu bem, por um triz<br />
Pro dia nascer feliz<br />
Pro dia nascer feliz<br />
O mundo acordar<br />
E a gente dormir<br />
Pro dia nascer feliz<br />
Essa é a vida que eu quis<br />
O mundo inteiro acordar<br />
E a gente dormir</p>
<p>Todo dia é dia<br />
E tudo em nome do amor<br />
Essa é a vida que eu quis<br />
Procurando vaga<br />
Uma hora aqui, outra ali<br />
No vai-e-vem dos teus quadris</p>
<p>Nadando contra a corrente<br />
Só pra exercitar<br />
Todo o músculo que sente<br />
Me dê de presente o teu bis<br />
Pro dia nascer feliz<br />
Pro dia nascer feliz<br />
O mundo inteiro acordar<br />
E a gente dormir, dormir</p>
<p>Pro dia nascer feliz<br />
Essa é a vida que eu quis<br />
O mundo inteiro acordar<br />
E a gente dormir</p>
<p><strong>Cazuza e Roberto Frejat</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2112 aligncenter" title="Cazuza - O tempo não pára" src="http://www.isaacribeiro.com.br/wp-content/uploads/images/cazuzaotemponaopara.jpg" alt="Cazuza - O tempo não pára" width="673" /></p>
<p>- Falando do feriado de quinta, posso dizer que foi bem além do não esperado. Isso mesmo. Não havia pensado em fazer nada &#8220;especial&#8221; para aquele dia. <span id="more-2111"></span></p>
<p>Durante à tarde, enquanto descansava, um amigo telefonou-me para irmos ao shopping assistir ao filme &#8220;Cazuza &#8211; O tempo não pára&#8221;. Marcamos para a seção das 19h45min, mas quando cheguei, meia hora antes, só tinha ingressos para às 21h45min. Ainda pensei em desistir, pois terminaria muito tarde e não teria mais ônibus para casa, porém terminei ficando. Adorei. O filme é simplesmente de arrepiar! E Daniel de Oliveira, que interpreta o grande poeta, músico, compositor Cazuza, &#8220;deu show na telinha&#8221; ficando e mostrando a cara deste ídolo de muitas gerações.</p>
<p>Como voltei para casa? Coincidentemente, ao caminhar para o ponto de ônibus passou um caminhão do Reboque São Pedro, empresa da família do amigo Rodrigo. Logo telefonei para saber se seria ele e soube que era seu irmão. Aproveitei e pedi uma carona. Quando passávamos na altura do edifício Jacumã &#8211; BR 101 &#8211; vimos um capotamento. Paramos para saber se precisariam de alguma ajuda (graças a Deus ninguém teve nada) e seguimos adiante.</p>
<p>Chegando na casa dos meninos fiz um lanche e fiquei para dormir lá. Não passou muito tempo, nos chamaram para dá uma chupeta na bateria de um carro, fomos, mas não chegamos ao local. Quando estávamos próximos ao 16 RI, Hermes da Fonseca, vimos outro acidente. Desta vez, um carro bateu em altíssima velocidade num caminhão da CAERN parado na avenida, onde fazia serviço. Os carros começaram a querer incendiar e a gente não conseguia tirar o motorista preso dentro do veículo. Foram minutos, pareciam horas de agonia. Corríamos o risco de todos morrermos carbonizados, entretanto, após muita insistência, pudemos salvar a vida do rapaz e conter o princípio de incêndio. Saí todo melado de sangue, alguns arranhões, mas &#8220;com a certeza do dever cumprido&#8221;. O garoto de 18 anos teve o braço esquerdo, o nariz e dentes quebrados, e até o início da manhã de ontem, internado no Hospital São Lucas, alegava fortes dores no abdômen. Estava sob acompanhamento médico e passaria por cirurgia(s).</p>
<p>Já nesta sexta um acidente envolvendo um FIAT Uno e uma carreta, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal de São José do Mipibú, culminou com uma vítima fatal. Detalhe: falam que pobre sofre na vida e na morte, não é?! O corpo do falecido neste acidente, 23, motorista de alternativo, passou mais de quatro horas debaixo de chuva aguardando liberação do ITEP. Assim é fogo, ou melhor, falta&#8230; de respeito!</p>
<p>Se eu não tivesse perdido a seção das 19h45min&#8230;</p>
<p>Tenhamos pensamento positivo e acordemos; Pro Dia Nascer Feliz!!!</p>
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