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	<title>No corpo, na alma e no coração &#187; Poesias</title>
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	<description>Isaac Newton Ribeiro de Araújo</description>
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		<title>Indecisão</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 02:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[indecisão]]></category>
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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queria meu coração<br />
falar de sentimento.<br />
Contudo, indaga a razão:<br />
Seria este o momento?</p>
<p>Peço licença.<br />
Dou pitaco na conversa:<br />
Será que temos tempo<br />
para perder em controvérsia?</p>
<p>Coração ouve feliz<br />
Mas a razão é insistente<br />
Quer pôr os pingos nos is<br />
e não encerra a discussão.</p>
<p>Enquanto isso, vão-se as horas<br />
Num tique-taque sem fim<br />
E sempre é forte a emoção<br />
Quando tu olhas para mim.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A implosão da mentira, de Affonso Romano de Sant&#8217;Anna</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Romano de Sant'Anna]]></category>
		<category><![CDATA[AI-5]]></category>
		<category><![CDATA[Ato Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Em face da passagem dos 40 anos de instituição do AI-5, completados no dia 13 de dezembro de 2008, publico este poema, originalmente editado em diversos jornais em 1980.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em face da passagem dos 40 anos de instituição do Ato Institucional n° 5 (AI-5), completados no dia 13 de dezembro de 2008, considerado o mais draconiano dentro da legislação repressiva da história política do país, bem como pela permanência atualizada de seu tema, publico o poema abaixo, originalmente editado em diversos jornais em 1980.</p>
<p>Segundo o poeta e autor Affonso Romano de Sant&#8217;Anna, foi publicado também em várias antologias, como &#8220;A Poesia Possível&#8221;, Editora Rocco &#8211; Rio de Janeiro, 1987. <span id="more-798"></span></p>
<p><strong>Fragmento 1</strong></p>
<p>Mentiram-me. Mentiram-me ontem</p>
<p>e hoje mentem novamente. Mentem</p>
<p>de corpo e alma, completamente.</p>
<p>E mentem de maneira tão pungente</p>
<p>que acho que mentem sinceramente.</p>
<p>Mentem, sobretudo, impune/mente.</p>
<p>Não mentem tristes. Alegremente</p>
<p>mentem. Mentem tão nacional/mente</p>
<p>que acham que mentindo história afora</p>
<p>vão enganar a morte eterna/mente.</p>
<p>Mentem. Mentem e calam. Mas suas frases</p>
<p>falam. E desfilam de tal modo nuas</p>
<p>que mesmo um cego pode ver</p>
<p>a verdade em trapos pelas ruas.</p>
<p>Sei que a verdade é difícil</p>
<p>e para alguns é cara e escura.</p>
<p>Mas não se chega à verdade</p>
<p>pela mentira, nem à democracia</p>
<p>pela ditadura.</p>
<p><strong>Fragmento 2</strong></p>
<p>Evidente/mente a crer</p>
<p>nos que me mentem</p>
<p>uma flor nasceu em Hiroshima</p>
<p>e em Auschwitz havia um circo</p>
<p>permanente.</p>
<p>Mentem. Mentem caricatural-</p>
<p>mente.</p>
<p>Mentem como a careca</p>
<p>mente ao pente,</p>
<p>mentem como a dentadura</p>
<p>mente ao dente,</p>
<p>mentem como a carroça</p>
<p>à besta em frente,</p>
<p>mentem como a doença</p>
<p>ao doente,</p>
<p>mentem clara/mente</p>
<p>como o espelho transparente.</p>
<p>Mentem deslavadamente,</p>
<p>como nenhuma lavadeira mente</p>
<p>ao ver a nódoa sobre o linho. Mentem</p>
<p>com a cara limpa e nas mãos</p>
<p>o sangue quente. Mentem</p>
<p>ardente/mente como um doente</p>
<p>em seus instantes de febre. Mentem</p>
<p>fabulosa/mente como o caçador que quer passar</p>
<p>gato por lebre. E nessa trilha de mentiras</p>
<p>a caça é que caça o caçador</p>
<p>com a armadilha.</p>
<p>E assim cada qual</p>
<p>mente industrial?mente,</p>
<p>mente partidária?mente,</p>
<p>mente incivil?mente,</p>
<p>mente tropical?mente,</p>
<p>mente incontinente?mente,</p>
<p>mente hereditária?mente,</p>
<p>mente, mente, mente.</p>
<p>E de tanto mentir tão brava/mente</p>
<p>constroem um país</p>
<p>de mentira</p>
<p style="white-space: pre;">                    &#8211; diária/mente.</p>
<p><strong>Fragmento 3</strong></p>
<p>Mentem no passado. E no presente</p>
<p>passam a mentira a limpo. E no futuro</p>
<p>mentem novamente.</p>
<p>Mentem fazendo o sol girar</p>
<p>em torno à terra medieval/mente.</p>
<p>Por isto, desta vez, não é Galileu</p>
<p>quem mente.</p>
<p>mas o tribunal que o julga</p>
<p>herege/mente.</p>
<p>Mentem como se Colombo partindo</p>
<p>do Ocidente para o Oriente</p>
<p>pudesse descobrir de mentira</p>
<p>um continente.</p>
<p>Mentem desde Cabral, em calmaria,</p>
<p>viajando pelo avesso, iludindo a corrente</p>
<p>em curso, transformando a história do país</p>
<p>num acidente de percurso.</p>
<p><strong>Fragmento 4</strong></p>
<p>Tanta mentira assim industriada</p>
<p>me faz partir para o deserto</p>
<p>penitente/mente, ou me exilar</p>
<p>com Mozart musical/mente em harpas</p>
<p>e oboés, como um solista vegetal</p>
<p>que absorve a vida indiferente.</p>
<p>Penso nos animais que nunca mentem.</p>
<p>mesmo se têm um caçador à sua frente.</p>
<p>Penso nos pássaros</p>
<p>cuja verdade do canto nos toca</p>
<p>matinalmente.</p>
<p>Penso nas flores</p>
<p>cuja verdade das cores escorre no mel</p>
<p>silvestremente.</p>
<p>Penso no sol que morre diariamente</p>
<p>jorrando luz, embora</p>
<p>tenha a noite pela frente.</p>
<p><strong>Fragmento 5</strong></p>
<p>Página branca onde escrevo. Único espaço</p>
<p>de verdade que me resta. Onde transcrevo</p>
<p>o arroubo, a esperança, e onde tarde</p>
<p>ou cedo deposito meu espanto e medo.</p>
<p>Para tanta mentira só mesmo um poema</p>
<p>explosivo-conotativo</p>
<p>onde o advérbio e o adjetivo não mentem</p>
<p>ao substantivo</p>
<p>e a rima rebenta a frase</p>
<p>numa explosão da verdade.</p>
<p>E a mentira repulsiva</p>
<p>se não explode pra fora</p>
<p>pra dentro explode</p>
<p style="white-space: pre;">                    implosiva.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2005 00:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Quintana]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Mário Quintana, e alguns comentários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida são deveres<br />
que nós trouxemos pra fazer em casa.<br />
Quando se vê já são seis horas!<br />
Quando se vê, já é sexta-feira&#8230;<br />
Quando se vê, já terminou o ano&#8230;<br />
Quando se vê, passaram-se 50 anos!<br />
Agora, é tarde demais<br />
para ser reprovado&#8230;<br />
Se me fosse dada, um dia,<br />
outra oportunidade,<br />
eu nem olhava o relógio.<br />
Seguiria sempre em frente<br />
e iria jogando, pelo caminho,<br />
a casca dourada<br />
e inútil das horas&#8230;<br />
Dessa forma eu digo,<br />
não deixe de fazer algo que gosta<br />
devido à falta de tempo,<br />
a única falta que terá<br />
será desse tempo que, infelizmente,<br />
não voltará mais.</p>
<p><strong>Mário Quintana</strong></p>
<p>- Pura e simples verdade, não? Porém, complexa ao ponto de não percebermos. Vejo que preciso ser um pouco menos exigente comigo. Cara, em 2 meses saí apenas 2 vezes (2 aniversários), senão para a escola. &#8220;Num tem cabimento&#8221;. Estou aparecendo em breve, viu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2005 15:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Ribeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pai,<br />
Por você a tempo espero.<br />
Sentir teu calor,<br />
Muito quero,<br />
Mas você não aparece.</p>
<p>Pai,<br />
Como seria bom olhar em teus olhos;<br />
Ouvir da sua boca palavras de carinho;<br />
Jogarmos bola;<br />
Passearmos juntos&#8230;</p>
<p>Pai,<br />
Onde quer que você esteja<br />
Saiba que com ânsia<br />
Tenho certeza<br />
De um dia, pessoalmente,<br />
Te chamar de pai.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Homenagem</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2004 15:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[injustiça social]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[prostituição]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Poemas de Isaac Ribeiro e comentários acerca da origem do Dia das Crianças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%;" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Criança</strong></p>
<p>Sou criança<br />
Não tenho lazer<br />
Passo o dia trabalhando<br />
Não tenho tempo pra nada<br />
Nunca freqüentei uma escola<br />
Nem apenas meu nome<br />
Aprendi a escrever.</p>
<p>Tenho direitos<br />
Isso eu sei e todos sabem<br />
Mas, o que adianta<br />
Não são respeitados<br />
Ninguém obedece as leis.</p>
<p>Estou crescendo, crescendo<br />
Não vejo nenhuma mudança<br />
Tudo parece estar como era antes<br />
Que pena<br />
Nada posso exigir<br />
Ninguém me escuta<br />
Quando falo<br />
Me chamam de criança.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></td>
<td><strong>De criança a adolescente</strong></p>
<p>Realmente,<br />
pouco me adiantou o passar dos anos<br />
Por não saber ler, nem escrever<br />
Trabalho pra mim não aparece<br />
A maneira de antes já não quero mais.</p>
<p>E como preservo com determinação<br />
a única coisa que possuo nessa vida<br />
A obra divina arquitetada por Deus<br />
- a minha virgindade<br />
Estou quase morrendo de fome<br />
Aos 17 anos de idade.</p>
<p>Agora, reluto de luto<br />
Sei que isto não passa de uma<br />
injustiça social<br />
E na contramão da permissividade<br />
Ainda tenho sonhos e esperanças<br />
De junto a este país poder crescer.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong> <span id="more-2047"></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>- Passou o 12 de outubro e nada escrevi para registrar o &#8220;Dia da Criança&#8221;, que surgiu mesmo da criatividade (comercial) e necessidade (de mercado). Em 1960, Eber Alfred Goldberg, diretor comercial da Fábrica de Brinquedos Estrela, fez uma promoção conjunta com a Johnson &amp; Johnson para lançar a &#8220;Semana do Bebê Robusto&#8221;. Logo depois, as empresas decidiram criar a Semana da Criança, como meio de aumentar as vendas. Como a proposta surgiu no final de junho e os organizadores pretendiam fazer algo ainda naquele ano, o mês escolhido para a comemoração acabou sendo outubro. A idéia foi um êxito.</p>
<p>No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e &#8220;ressuscitaram&#8221; um antigo decreto do presidente Arthur Bernardes, o qual oficializou o 12 de outubro como Dia da Criança. A partir daí, o dia se transformou em uma das datas mais importantes do ano para o setor de brinquedos.</p>
<p>Fica aqui minha homenagem em &#8220;poesia&#8221; dupla.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Reflexões</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2004 10:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Agregados FRP]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Folcore]]></category>
		<category><![CDATA[MADA]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo D2]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro e breve retrospectiva da semana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Procuro uma palavra<br />
Que denomine o que eu sinto por ti<br />
Essa paixão inconfidente<br />
Esse coração desesperado<br />
Quando digo que não quero<br />
Eu quero é mais&#8230;<br />
Sentir o teu calor<br />
Beijar tua boca como se nunca<br />
Tivesse beijado antes<br />
Te amar como se fosse<br />
A primeira vez.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></p>
<p>- Galera, vou tentar fazer uma espécie de retrospectiva da semana, começando pela quinta-feira, 20, onde o desejo aqui mencionado realizou-se: fui ao show d&#8217;O Rappa e foi muuito massa. Arrebentou! Diferente do pensado apenas uma coisa, terminei indo sozinho, o que não significa ter ficado só, pois conhecia a metade do público e&#8230; É, a outra também. Modo dizer, claro, mas que tinha gente demais conhecida sem dúvida. Não posso esquecer de elogiar os caras do Agregados FRP (mandou bem na apresentação e no clipe) e os amigos do Folcore dessa vez marcando presença destacada no &#8220;stand&#8221; MADA. Aproveito, para desejar-lhes (Folcore) uma boa viajem para o Rio de Janeiro e sucesso no trabalho. <span id="more-2129"></span></p>
<p>Dia 21, surpreso, pude ir novamente e, achando pouco, sozinho. Cara, sabe uma noite quase perfeita, foi essa. D2 mandou ver no palco, salvando, de acordo com uma moçada, a segunda noite do evento. Depois do show ele ainda cantou com DJ Patife, porém esse momento só ouvi, não pude ver porque tava dando um jeito de voltar para casa.</p>
<div id="attachment_2132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 663px"><img class="size-full wp-image-2132 " title="Um clique durante a segunda noite do Música Alimento da Alma: Fell, Isadora Trigueiro, Brunna Brok e Isaac Ribeiro" src="http://www.isaacribeiro.com.br/wp-content/uploads/images/madafellisadorabrunaisaac.jpg" alt="Um clique durante a segunda noite do Música Alimento da Alma: Fell, Isadora Trigueiro, Brunna Brok e Isaac Ribeiro" width="653" /><p class="wp-caption-text">Um clique durante a segunda noite do Música Alimento da Alma: Fell, Isadora Trigueiro, Brunna Brok e Isaac Ribeiro</p></div>
<p>Nesta quinta, 27, o programa foi mais tranqüilo e tão alegre quanto. Assisti ao filme &#8220;Como se fosse a primeira vez&#8221;, no Praia. Excelente! Parece a crítica sobre ele tem sido positiva e só poderia ser. Sorri, chorei e, novamente, lembrei do pensamento &#8220;Chorar faz parte do sorrir. Sorrir faz parte do chorar.&#8221; Ambos fazem parte do viver. Sim, outra coisa me veio a cabeça foi o poema acima, escrito há um bom tempo, mas atualizado &#8220;Como se fosse a primeira vez&#8221;.</p>
<p>Sexta pretendia ir ao &#8220;Seeway&#8221; conferir Arlindo Ricarte, paraibano da Serra da Teixeira, e Zelito Curinga, vindo de Carnaubais, entretanto ver essas duas &#8220;revelações&#8221; da música nordestina juntas ficou para uma outra oportunidade. Que breve surja!</p>
<p>Lembro de mais nada, não. Às vezes, penso se preciso fazer um &#8220;upgrade&#8221; de memória cerebral. E pesando bem, preciso pensar mais no assunto.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jeito de poeta</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2004 09:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[MADA]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro, comentários sobre as últimas semanas e expectativas para o MADA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou tentando, tentando<br />
Fazer poesias<br />
Não sei porque<br />
Não entendo<br />
Falta inspiração.</p>
<p>10, 20, 30 minutos se passaram<br />
Folhas e mais folhas já rasguei<br />
Estou perdendo a paciência<br />
Não acredito<br />
Eu nunca tinha tido isso<br />
Não desisto<br />
Eu consigo<br />
Sou valente.</p>
<p>Olha gente<br />
Que engraçado<br />
Contando o que estava acontecendo comigo<br />
Fiz uma poesia.</p>
<p>- Oi pessoal. As últimas semanas têm sido numa maior correria. Apareceu vários trabalhos pra fazer e terminei ficando dia e noite &#8220;ocupado&#8221;. Pra falar a verdade, gosto desse negócio meio louco, movimentado, sinto-me bem mais útil. Mas ainda deu tempo de sair com os amigos da Escola: passei o final de semana em Barreta e foi super legal, sem contar a aventura que foi pra chegar lá. <span id="more-2151"></span></p>
<p>Tá vindo aí o MADA e &#8220;vou fazer das tripas coração&#8221; (falam assim, né?) para assistir ao show d&#8217;O Rappa. Cara, vai ser muitíssimo bom. Não posso perder! Vou logo ver quem vai, porque sozinho não rola mesmo. Gosto de andar acompanhado e como estou sem namorada&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatos de um brasileiro</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2004 15:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional de Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Floriano Bezerra de Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Título de Cidadão Natalense]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro, anúncio da Conferência Nacional de Juventude, passagem de aniversário e a homenagem da Câmara Municipal de Natal à Floriano Bezerra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto muita fome<br />
Vivo numa miséria<br />
Sofro forte repressão.</p>
<p>Da maioria dos políticos<br />
Não tenho muito a dizer<br />
Suas vidas são resumidas<br />
Em uma só palavra<br />
Corrupção.</p>
<p>O transporte coletivo<br />
Para muito serve<br />
Mas às vezes canso<br />
Pois é muita dilação.</p>
<p>Nos hospitais<br />
Rezo para ser atendido<br />
Se preciso me internar<br />
Falta leito<br />
Deito no chão.</p>
<p>Segurança<br />
Não tenho<br />
Mesmo dentro de casa<br />
Não estou seguro<br />
Pode entrar um ladrão.</p>
<p>Estes são alguns relatos<br />
Contados por um brasileiro<br />
O que mostra<br />
Quanto falta educação.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></p>
<p>- Tenho demorado para atualizar o blog, não é?! Sei disso. Acontece estou responsável pela comunicação e informática da Conferência Nacional de Juventude Etapa Potiguar, que será realizada nos próximos dias 12 e 13 de maio, na Assembléia Legislativa &#8211; Natal &#8211; RN. Portanto, provavelmente, não conseguirei postar com mais freqüência. <span id="more-2154"></span></p>
<p>Na última quinta-feira, completei meus 18 anos, exatamente às 22h45min. Muitos amigos lembraram de me parabenizar e vários robores também fizeram seu trabalho. Inclusive, quem primeiro me felicitou foi o robô de um site Español, dizendo &#8220;Feliz Cumpleaños&#8221; às 22h32min do dia 05, considerando o fuso horário.</p>
<p>Ontem, as homenagens eram para meu avô e ex-deputado estadual Floriano Bezerra de Araújo, um dos norte-riograndenses mais perseguidos pelo regime militar de 1964. A Câmara Municipal concedeu-lhe o Título de Cidadão Natalense. A iniciativa foi do vereador George Câmara, com aval unânime dos vereadores da Capital.</p>
<p>A solenidade terminou com a apresentação dos músicos Carlos Bem e Grimalde Zacarias, além de recital por integrantes da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN. Teve ainda a presença de autoridades, como a Deputada Federal Fátima Bezerra, o Coordenador de Direitos Humanos do Governo do Estado, Fábio Santos, e o Coordenador do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular, Roberto Monte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Operário em construção</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2004 20:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[1º de maio]]></category>
		<category><![CDATA[classe operária]]></category>
		<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Vinícius de Moraes e considerações sobre o Dia do Trabalhador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O 1º de Maio é momento de manifestação, de reclamação e também de comemoração, como os 20 anos da Diretas Já e as conquistas dos trabalhadores.&#8221;</p>
<p>Numa belíssima festa, a CUT está reunindo milhares de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo. Um ato de celebração aos trabalhadores, a PAZ e para mostrar ao público bandeiras históricas de luta da classe operária.</p>
<p><a href="http://aovivo.tv.terra.com.br/tvterra/primeirodemaio/video_cut.htm" target="_blank" class="broken_link">Quem quiser conferir o evento ao vivo, clique aqui.</a></p>
<p>E segue abaixo um poema interessantíssimo, ótimo para fazermos algumas reflexões. <span id="more-2172"></span></p>
<p>Era ele que erguia casas<br />
Onde antes só havia chão.<br />
Como um pássaro sem asas<br />
Ele subia com as asas<br />
Que lhe brotavam da mão.<br />
Mas tudo desconhecia<br />
De sua grande missão:<br />
Não sabia por exemplo<br />
Que a casa de um homem é um templo<br />
Um templo sem religião<br />
Como tampouco sabia<br />
Que a casa que ele fazia<br />
Sendo sua liberdade<br />
Era a sua escravidão.</p>
<p>De fato como podia<br />
Um operário em construção<br />
Compreender porque um tijolo<br />
Valia mais do que um pão?<br />
Tijolos ele empilhava<br />
Com pá, cimento e esquadria<br />
Quanto ao pão, ele comia<br />
Mas fosse comer tijolo!<br />
E assim o operário ia<br />
Com suor e com cimento<br />
Erguendo uma casa aqui<br />
Adiante um apartamento.</p>
<p>Além uma igreja, à frente<br />
Um quartel e uma prisão:<br />
Prisão de que sofreria<br />
não fosse eventualmente<br />
Um operário em construção<br />
Mas ele desconhecia<br />
Esse fato extraordinário:<br />
Que o operário faz a coisa<br />
E a coisa faz o operário.<br />
De forma que, certo dia<br />
À mesa, ao cortar o pão<br />
O operário foi tomado<br />
De uma súbita emoção<br />
Ao constatar assombrado<br />
Que tudo naquela mesa<br />
- Garrafa, prato, facão<br />
Era ele quem fazia<br />
Ele, um humilde operário<br />
Um operário em construção.<br />
Olhou em torno: a gamela<br />
Banco, enxerga, caldeirão<br />
Vidro, parede, janela<br />
Casa, cidade, nação!<br />
Tudo, tudo o que existia<br />
Era ele quem os fazia<br />
Ele, um humilde operário<br />
Um operário que sabia<br />
Exercer a profissão.</p>
<p>Ah, homens de pensamentos<br />
Não sabeis nunca o quanto<br />
Aquele humilde operário<br />
Soube naquele momento<br />
Naquela casa vazia<br />
Que ele mesmo levantara<br />
Um mundo novo nascia<br />
De que sequer suspeitava.<br />
O operário emocionado<br />
Olhou sua própria mão<br />
Sua rude mão de operário<br />
De operário em construção.<br />
E olhando bem para ela<br />
Teve um segundo a impressão<br />
De que não havia no mundo<br />
Coisa que fosse mais bela.</p>
<p>Foi dentro desta compreensão<br />
Desse instante solitário<br />
Que, tal sua construção<br />
Cresceu também o operário<br />
Cresceu em alto e profundo<br />
Em largo e no coração.<br />
E como tudo que cresce<br />
Ele não cresceu em vão<br />
Pois além do que sabia<br />
- Exercer a profissão -<br />
O operário adquiriu<br />
Uma nova dimensão:<br />
A dimensão da poesia.</p>
<p>E um fato novo se viu<br />
Que a todos admirava:<br />
O que o operário dizia<br />
Outro operário escutava<br />
E foi assim que o operário<br />
Do edifício em construção<br />
Que sempre dizia &#8220;sim&#8221;<br />
Começou a dizer &#8220;não&#8221;<br />
E aprendeu a notar as coisas<br />
A que não dava atenção<br />
Notou que sua marmita<br />
Era o prato do patrão<br />
Que sua cerveja preta<br />
Era o uísque do patrão<br />
Que seu macacão de zuarte<br />
Era o terno do patrão<br />
Que o casebre onde morava<br />
Era a mansão do patrão<br />
Que seus dois pés andarilhos<br />
Eram as rodas do patrão<br />
Que a dureza do seu dia<br />
Era a noite do patrão<br />
Que sua imensa fadiga<br />
Era a amiga do patrão.</p>
<p>E o operário disse: Não!<br />
E o operário se fez forte<br />
Na sua resolução.</p>
<p>Como era de se esperar<br />
As bocas da delação<br />
Começaram a dizer coisas<br />
Aos ouvidos do patrão<br />
Mas o patrão não queria<br />
Nenhuma preocupação.<br />
- &#8220;Convençam-no&#8221; do contrário<br />
Disse ele sobre o operário<br />
E ao dizer isto sorria.</p>
<p>Dia seguinte o operário<br />
Ao sair da construção<br />
Viu-se súbito cercado<br />
Dos homens da delação<br />
E sofreu por destinado<br />
Sua primeira agressão<br />
Teve seu rosto cuspido<br />
Teve seu braço quebrado<br />
Mas quando foi perguntado<br />
O operário disse: não!</p>
<p>Em vão sofrera o operário<br />
Sua primeira agressão<br />
Muitas outras seguiram<br />
Muitas outras seguirão.<br />
Porém, por imprescindível<br />
Ao edifício em construção<br />
Seu trabalho prosseguia<br />
E todo seu sofrimento<br />
Misturava-se ao cimento<br />
Da construção que crescia.</p>
<p>Sentindo que a violência<br />
Não dobraria o operário<br />
Um dia tentou o patrão<br />
Dobrá-lo de modo contrário<br />
De sorte que foi levado<br />
Ao alto da construção<br />
E num momento de tempo<br />
Mostrou-lhe toda região<br />
E apontando-a ao operário<br />
Fez-lhe esta declaração:<br />
- Dar-te-ei todo este poder<br />
E a sua satisfação<br />
Porque a mim me foi entregue<br />
E dou-a a quem quiser.<br />
Dou-te tempo de lazer<br />
Dou-te tempo de mulher<br />
Portanto, tudo que vês<br />
Será teu se me adorares<br />
E, ainda mais, se abandonares<br />
O que te faz dizer não.</p>
<p>Disse e fitou o operário<br />
Que olhava e refletia.<br />
Mas o que via o operário<br />
O patrão nunca veria<br />
O operário via casas<br />
E dentro das estruturas<br />
Via coisas, objetos<br />
Produtos, manufaturas.<br />
Via tudo que fazia<br />
O lucro do seu patrão<br />
E em cada coisa que via<br />
Misteriosamente havia<br />
A marca da sua mão.<br />
E o operário disse: não!</p>
<p>- Loucura! &#8211; gritou o patrão<br />
Não vês o que te dou eu?<br />
- Mentira! &#8211; disse o operário<br />
Não pode me dar o que é meu.</p>
<p>E um grande silêncio fez-se<br />
Dentro do seu coração<br />
Um silêncio de martírios<br />
Um silêncio de prisão.<br />
Um silêncio povoado<br />
De pedidos de perdão<br />
Um silêncio apavorado<br />
Com o medo em solidão<br />
Um silêncio de torturas<br />
E gritos de maldição<br />
Um silêncio de fraturas<br />
A se arrastarem no chão<br />
E o operário ouviu a voz<br />
De todos seus irmãos<br />
Os seus irmãos que morreram<br />
Por outros que viverão<br />
Um esperança sincera<br />
Cresceu no seu coração<br />
E dentro da tarde mansa<br />
Agigantou-se a razão<br />
De um pobre e esquecido<br />
Razão que fizera<br />
Em operário construído<br />
O operário em construção.</p>
<p><strong>Vinícius de Moraes</strong></p>
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		<title>Minha flor amada</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2004 22:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isaac Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bastidores]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[blogue]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema de Isaac Ribeiro e sua relação com o surgimento desse espaço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na aurora do dia<br />
Com uma flor me encontrei<br />
Fixamente<br />
Para ela olhei<br />
Tomei coragem<br />
Me aproximei<br />
Batemos um papo<br />
Curto, mas valeu<br />
Pois era aquela flor<br />
Quem hoje<br />
É o meu grande amor.</p>
<p><strong>Isaac Ribeiro</strong></p>
<p>- Imprescindível começar meu contato com vocês expondo este poema. Afinal, estarei completando 18 anos na próxima quinta-feira &#8211; 06 de maio &#8211; e nessa trajetória, com certeza, ele marcou bastante.</p>
<p>Foram com estas palavras que descrevi os primeiros passos de um amor que começara há quatro anos. E foi este amor motivo inspirador de outros passos primeiros&#8230; nos caminhos da poesia.</p>
<p>Paixão é o amor que passa; amor é a paixão que para sempre a gente guarda.</p>
<p>Tá guardado&#8230; Tá marcado&#8230; No coração!</p>
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