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Não é qualquer carnaval
Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Artigos | 09/03/2009 às 18:52
Renan Ribeiro de Araújo – Advogado (renanadvocacia@hotmail.com)
09/03/2009
Caça Cabaços, Depois Eu Digo, Mesma Laia, Caçacheiros, Liseu, Cú de Cana, Zueira e vários outros conformam blocos carnavalescos organizados. Todas as tardes, munidos de trator e carritela, enfileiram-se no corso que segue atrás do Trio Elétrico. Cada agrupamento com mais mel e bebida alcoólica que o outro. Similarmente animados, seguem embalados pelo axé. O Radiola de Ficha, com Baltazar e as dançarinas; e o Brega da Luz Vermelha, animado por Cláudio Galeno, marcaram presença com músicas de roedeira. Pra mim, caro leitor, o melhor do entrudo macauense, que junta dezenas de milhares de foliões, é a multidão de gente que se conhece. O reencontro amplo, geral e irrestrito. Informal, despojado, irreverente, alegre e divertido. Continue lendo este tópico »

Sinopse: Doze jurados devem decidir se um homem é culpado ou não de um assassinato, sob pena de morte. Onze têm plena certeza que ele é culpado, enquanto um não acredita em sua inocência, mas também não o acha culpado. Decidido a analisar novamente os fatos do caso, o jurado número 8 não deve enfrentar apenas as dificuldades de interpretação dos fatos para achar a inocência do réu, mas também a má vontade e os rancores dos outros jurados, com vontade de irem embora logo para suas casas.
A Cidade Antiga (La Cité Antique), publicado em 1864, é o livro mais famoso do historiador francês Fustel de Coulanges (1830-1889). Seguindo o método cartesiano, e baseado em textos de historiadores e poetas antigos, o autor investiga as origens mais afastadas das instituições das sociedades grega e romana. Logo no prefácio da obra, tem-se a advertência do erro que constitui analisar os costumes de povos anteriores com os parâmetros atuais, sendo necessário despir-se de preconceitos a respeito desses povos e estudá-los à luz dos fatos.












