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Exponho aqui um pouco daquilo que tem a ver com a minha produção diária. Cada publicação, uma novidade: poesias, notícias, pensamentos, reportagens…

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31 anos – Onde o PT governa dá certo

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Política | 10/02/2011 às 17:49

Logomarca dos 31 anos do Partido dos Trabalhadores

Onde o PT governa dá certo*

O sonho dos homens é acreditar
Que tudo que se faz de bom dura pra sempre

Tá na rua, nas esquinas, na boca do povo
Onde o PT governa dá certo

Tá na alegria de quem já tem emprego de novo
Onde o PT governa dá certo

Onde o PT governa dá certo (2x)

Tá no sorriso das crianças, nas creches, nas escolas
Em tudo que foi feito pela educação

Tá na saúde que funciona quando se faz direito
Tá no sonho de se ter uma casinha do seu jeito

Onde o PT governa dá certo (2x)

Tá na felicidade desse povo
Que sabe que a vida melhorou

O PT é bom de governo!

Download: Onde o PT governa dá certo

Música de Cacá Bloise e Eduardo Filipovich, utilizada durante as eleições municipais de 1996, é marca das campanhas do Partido dos Trabalhadores aos executivos municipais

Manuela d’Ávila: Uma análise inicial sobre o debate da Band

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Artigos | 11/10/2010 às 19:49

Candidatos durante o primeiro debate do segundo turno das Eleições 2010, nos estúdios da TV Bandeirantes (Foto: Nelson Antoine/Fotoarena)

Candidatos durante o primeiro debate do segundo turno das Eleições 2010, nos estúdios da TV Bandeirantes (Foto: Nelson Antoine/Fotoarena)

Quero escrever algumas linhas sobre o que assisti no debate de ontem. Alguns exclamarão: “como assim?!? Ela já tem candidata! É óbvio que concordará com o que Dilma disse.” A esses respondo: me sinto com o mesmo direito de análise que tem, por exemplo, o jornal Estadão (a diferença é que eles declararam o voto em Serra após 60 dias de cobertura pretensamente neutra. Eu sou Dilma desde que ela é candidata).

Esse formato de debate não abre tanto espaço para a discussão de propostas concretas. São feitos para o enfrentamento de projetos. Talvez por isso não sejam muitos os votos disputados em debates. Alguns especialistas afirmam que os candidatos participam com dois objetivos centrais: o primeiro é condensar a base de apoio, dar argumentos para quem já decidiu o voto; o segundo é não perder votos. Eu incluiria outros: responder dúvidas legítimas dos eleitores; desconstruir determinadas imagens e opiniões.

Ontem gostei da participação de minha candidata no debate. Primeiro porque usou o espaço mais nobre da eleição, a televisão, para desconstruir a campanha baixíssima feita contra ela. Continue lendo este tópico »

Carta aberta a uma amiga leitora em defesa do PT e de Dilma Presidente

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Política | 02/10/2010 às 15:55

No último dia 29 de setembro de 2010, compartilhei com você a Carta ao povo brasileiro, manifesto subscrito por renomados juristas do país, através do qual rebatem a tese do “autoritarismo e de ameaça à democracia” que setores da grande imprensa e a oposição vêm tentando imputar ao presidente Lula e ao seu governo.

Por conseguinte, obtive resposta da amiga Silvana Vasconcelos, ex-colega de classe no curso de Direito, cujo e-mail torno público e respondo:

Assunto: Re: Juristas lançam manifesto defendendo governo Lula
De: Silvana Vasconcelos
Para: Isaac Ribeiro
Data: 29/09/2010 09h37min

Prezado e inteligente amigo… Só desejo de coração que tu te tornes um GRANDE JURISTA e que com essa profissão possas viver bem, feliz e realizado… Já que como JORNALISTA… Só se essa turma que tanto defendes permitir, se não calarem a tua liberdade de falar, e escrever e fazer jornalismo… E você sabe por quê!

Deus te abençoe, e cuide sempre de seus pensamentos e atitudes, para que um dia não precises de nenhum deles…

Com todo respeito,

Silvana

Carta aberta à amiga leitora Silvana Vasconcelos

Silvana,

Sinceramente, não sei o porquê. Os partidários do PSDB e do DEM há anos insistem que “o Partido dos Trabalhadores e os aloprados da legenda comem criancinhas, que PT não gosta da imprensa, que o PT em diversas ocasiões tentou calar os jornais, que o PT, vira e mexe, manda para o congresso projetos para controlar os órgãos de imprensa”, entre tantas outras ilações.

Sinceramente, Silvana, não sei o porquê. Afinal, nunca os partidários do PSDB e do DEM citaram um único exemplo que pudesse ilustrar tais afirmações. Como posso saber o porquê se nem os partidários do PSDB e do DEM sabem, conhecem ou nele ouviram falar?

Silvana, muito me entristece constatar que em pleno século XXI ainda existam partidos e políticos tentando convencer eleitores à base de preconceitos, de raiva, de ódio, sabor de vingança e argumentos espúrios. Muito me entristece, Silvana, constatar que em pleno século XXI ainda existam partidos e políticos movidos por interesses privados, obscuros, em detrimento dos reais interesses coletivos e sociais.

Dilma Rousseff, Silvana, assim como Floriano Bezerra de Araújo – meu avô, vivo e lúcido para contar história – partilharam dos mesmos ideais e estiveram do mesmo lado da trincheira quando militares, representados nestas eleições majoritariamente pelos candidatos do PSDB e do DEM, rasgaram a Constituição, colocaram abaixo um governo legitimamente eleito pelo povo e impuseram um regime de força durante 21 anos, sob a tutela das baionetas e dos fuzis.

Silvana, aqueles que outrora calaram a voz livre de brasileiros e brasileiras, amordaçaram a imprensa, sequestraram, torturaram e mataram homens e mulheres que sonhavam com dias melhores para o nosso povo – como eu e você sonhamos – são os mesmos que hoje dissimulam erguendo a bandeira da democracia, defendendo a liberdade de expressão, clamando por liberdade de imprensa e rotulando a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, a futura Presidenta da República Federativa do Brasil, de “antidemocrática, terrorista, assaltante e assassina”.

Silvana, Dilma Rousseff foi perseguida, presa, torturada e amargou os porões da repressão militar porque estava do nosso lado, do lado de quem respeita as instituições democráticas, de quem valoriza as liberdades, reivindica melhores condições de trabalho, mais saúde, educação, segurança, moradia digna, universalização do saneamento básico. Seu “crime” foi o mesmo de tantos outros jovens daqueles anos rebeldes: querer mudar o mundo.

É por tudo isso, Silvana, que entre todos os candidatos que almejam chegar à presidência da república, nenhum é tão legítimo quanto a Dilma Rousseff para lutar pelos ideais de liberdade que eu e você defendemos, melhorar a vida das pessoas como queremos, além de garantir no país, sob a égide da Constituição Cidadã de 1988, a manutenção do Estado Democrático de Direito.

Um abraço amigo,

Isaac Ribeiro

Dilma vence debate da Globo e aumenta chances de vitória no primeiro turno

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Política | 01/10/2010 às 1:01

Cláudio Gonzalez

Aconteceu tudo ao contrário do que a oposição esperava. O último debate, o da Globo, o de maior audiência, aquele que poderia comprometer Dilma e alavancar Serra e Marina e provocar o segundo turno saiu pela culatra para os oposicionistas. Nem o “fator” Plínio funcionou. A candidata do PT teve, sem sombra de dúvida, o melhor desempenho. Para quem lidera as pesquisas, não sair chamuscada já é uma vitória. Vencer o debate então é praticamente selar o destino das eleições no primeiro turno.

As regras engessadas do debate impediram um confronto direto entre Serra e Dilma, restando ao tucano fazer ataques indiretos ao governo federal, numa postura antipática.

Para quem passou a semana saltitando “ondas verdes”, Marina estava muito apagada na maior parte do debate. Acordou no final e foi justamente para brigar com Serra. Os marqueteiros já tinham avisado aos candidatos que deveriam fugir de embate ríspido com Marina.

Marina insistiu no debate de estratégias, sem propostas concretas. Discurso idealista que atinge uma faixa muito reduzida da população. Seu pronunciamento final foi fraco e a candidata apareceu diante das câmeras da Globo com aparência de triste. Definitivamente, não ajudou a suposta “onda verde” a ganhar musculatura.

Plínio teve sua pior performance, a menos engraçada, a menos espirituosa, e justamente no debate de maior audiência.

Serra não conseguiu ir além das críticas técnicas e econômicas ao atual governo. Não teve oportunidade de apresentar propostas interessantes com argumentação palatável ao eleitor indeciso. O tucano precisava desesperadamente de um desempenho acima da média para conquistar novos eleitores. Ou torcer para um desempenho desastroso de Dilma para arrancar eleitores dela. Não conseguiu nem uma coisa nem outra. Em sua fala final, sequer foi aplaudido pela plateia de tucanos presentes no estúdio da Globo.

Dilma, por sua vez, respondeu a todas as perguntas com serenidade e no episódio que poderia resultar em seu pior momento – quando riram de sua fala sobre doações de campanha -, ela teve presença de espírito suficiente para inverter a situação e acabar a fala recebendo aplausos ao dizer que “lamenta o riso daqueles que têm outra prática”.

A candidata petista estava preparada para responder perguntas potencialmente embaraçosas sobre as denúncias envolvendo a Casa Civil, sobre liberdade de imprensa e sobre aborto. Temas com os quais a oposição e a mídia têm atacado a candidata. Mas nem precisou. Preocupados em não adotar posturas agressivas, os adversários de Dilma sequer tocaram nestes assuntos.

Muitos analistas políticos passaram a semana dizendo que o debate desta quinta-feira seria decisivo. Se for mesmo, aponta para uma decisão no primeiro turno, a favor de Dilma.

Fonte: Vermelho

Dilmaboy quer conhecer petista e subir em palanque

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Entretenimento | 17/07/2010 às 20:51

Felipe Maia – Repórter

Com fundo musical da canção Telephone, de Lady Gaga, e frases como “hello, Serra, Dilma é a favorita para vencer” ou “sorry, Serra, mais uma vez vai dar PT”, nasce o primeiro grande hit da campanha presidencial deste ano na internet. A estrela é Dilmaboy, personagem criado pelo estudante de publicidade Paulo Reis, de Rio Verde, em Goiás, que aparece em um vídeo postado no YouTube fazendo elogios à candidata do PT em ritmo musical – a produção já foi vista mais de 60 100 mil vezes no site (há dois dias, esse número não passava de 800).

Imagem de Amostra do You Tube

O clipe está no ar há quase quatro semanas, mas só ganhou popularidade nos últimos dias. Nesta quinta-feira (15), a própria Dilma Rousseff, chamada de “a nova Evita Perón” pelo estudante, fez propaganda para o apoiador em sua conta oficial no Twitter, ao mandar “grande abraço ao Paulo Reis, o querido Dilmaboy” e pedir que os internautas o seguissem na rede social. Continue lendo este tópico »

Concursados podem ser nomeados em ano de eleição

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Direito | 20/04/2010 às 22:48

Sylvio Motta*

Sempre que entramos em um ano de eleições, os concursandos de todo o país começam a se perguntar se é possível ou não a realização de concursos públicos durante o período eleitoral. Com efeito, a Lei Eleitoral 9.504, de 1997, em seu artigo 73, inciso V, dispõe da seguinte forma: “É proibido nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens, ou por outros meios, dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex officio, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito”. Mas cabe, diante das regras legais pertinentes ao tema, uma análise mais contundente não só para o esclarecimento à sociedade como também para explicitar o cunho social da mesma.

Quanto ao tempo de proibição para nomeação, vale observar que o período de proibição não incide sobre o ano inteiro, mas apenas aos três meses que antecedem as eleições e até a posse dos eleitos. No ano de 2010, por exemplo, a vedação só incidirá a partir do dia 1º de julho até a efetiva posse dos eleitos. Além disso, essa vedação não se aplica àqueles concursos públicos que tenham sido homologados até o termo inicial da proibição. Dessa forma, tal proibição não causa obstáculo à nomeação, durante o período eleitoral, de candidatos aprovados em concursos públicos homologados até o início de tal prazo (1º de julho de 2010). Continue lendo este tópico »

Ministro Cezar Peluso é eleito novo presidente do STF para biênio 2010-2012

Por Isaac Ribeiro | Categoria(s): Direito | 11/03/2010 às 12:08

MB, RR/EH

Presidente eleito do STF, Ministro Cezar Peluso

Presidente eleito do STF, Ministro Cezar Peluso

O ministro Cezar Peluso (foto) foi eleito o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) para o biênio 2010-2012. A eleição ocorreu no início da sessão plenária desta quarta-feira (10). O ministro Carlos Ayres Britto será o vice-presidente. A posse da nova gestão está marcada para o dia 23 de abril.

Após receber 10 dos 11 votos (um voto foi dado para o ministro Carlos Ayres Britto) para assumir a presidência do Supremo, o ministro Peluso saudou o sistema de eleição da Corte que, pela tradição, elege o ministro mais antigo que não tenha sido presidente. Para ele, esse sistema coloca a Corte “a salvo de lutas intestinas e dadas por ambições pessoais incontroláveis”.

“A despeito disso, ninguém poria em dúvida que essa eleição representa, em primeiro lugar, a fidelidade da Casa a esta lei tão saudável à condução dos seus destinos e, por outro lado, também a generosidade e a confiança de vossas excelências, a quem eu quero publicamente agradecer”, disse o ministro, que definiu a Presidência do Supremo como “uma função que, na verdade, não é mais do que representar o porta-voz das decisões deste colegiado, tão relevante para as instituições republicanas”. Continue lendo este tópico »